Escolas cívico-militares já tem data para começar as aulas no interior paulista; entenda o que muda
25/01/2026
(Foto: Reprodução) A EE Teófilo Gonzaga da Santa Cruz de Presidente Prudente (SP) fará parte do modelo cívico-militar
Reprodução/Google Maps
As escolas cívico-militares já têm data prevista para o início das aulas no interior paulista. As instituições de ensino que aderiram ao novo modelo educacional são das regiões de Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Itapetininga e Sorocaba. Entenda o que muda:
Segundo a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), o ano letivo da rede estadual começa em 2 de fevereiro, com a atuação dos monitores do Programa Escola Cívico-Militar já no primeiro dia de aula.
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Ainda de acordo com a Seduc-SP, o programa é pautado em princípios como civismo, dedicação, excelência, respeito e honestidade. A pasta ressalta que os valores estabelecidos não se referem a práticas tipicamente militares, mas a “valores cidadãos, comuns ao desempenho de qualquer atividade profissional.”
A Seduc-SP também reforçou que não haverá alterações na matriz curricular e que a secretaria continuará orientando as escolas do programa com base no Currículo Paulista e nas demais diretrizes da Base Nacional Comum Curricular.
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“Todas as escolas da rede estadual seguem os mesmos indicadores: Saeb, Saresp, frequência escolar e o número de ocorrências no Conviva [plataforma de ensino]”, destacou a secretaria.
Para dar prosseguimento ao novo modelo educacional em mais de 30 escolas estaduais do interior paulista, a Seduc-SP já contratou os monitores, com apoio da Secretaria da Segurança Pública (SSP) no processo seletivo.
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Os monitores serão capacitados em cursos desenvolvidos pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Efape). A formação será dividida em cinco módulos, sendo eles:
Aspectos legais e formativos;
Regimento escolar;
Ambiente escolar - Desafios contemporâneos;
Comportamentos e relações no ambiente escolar;
Convivência escolar - caminhos para a proteção e respeito mútuo.
Os monitores do núcleo militar não serão considerados profissionais da Educação. Segundo a pasta estadual, a atuação deles será de apoio, com foco em segurança, acolhimento e diálogo, além de dar o exemplo e servir como referência no ambiente escolar.
Já o apoio da SSP no processo de contratação consistiu na emissão de declarações com informações sobre a conduta e sobre eventuais processos criminais ou administrativos, concluídos ou em andamento, nos quais os candidatos a atuar como monitores nessas unidades de ensino possam estar envolvidos.
Confira a lista das escolas cívico militares na região:
Escolas cívico militares no interior paulista
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