PM e advogado são presos por suspeita de obstruir investigações; ex-prefeito de Chácara é procurado
11/02/2026
(Foto: Reprodução) Três pessoas foram presas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por suspeita de integrar um grupo criminoso acusado de impedir e obstruir investigações contra organizações criminosas. Um advogado e um policial militar estão entre os detidos.
Conforme o Ministério Público de Minas Gerais, também foi expedido um mandado de prisão contra um ex-prefeito de Chácara. Ele é considerado foragido.
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O nome dos envolvidos não foram divulgados.
Ainda foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, em Juiz de Fora e Chácara, contra os cinco denunciados por envolvimento no esquema. A operação ‘Prenda-me se for Capaz’, ocorreu na última segunda-feira (9) e foi divulgada pelo MP nesta quarta.
Suspeita é de que grupo monitorava policiais
Conforme o Ministério Público, a associação criminosa praticava, "de forma profissional e reiterada", atividades para obstruir e impedir investigações. A primeira fase da operação aconteceu em fevereiro de 2025.
Ainda conforme o MP, ficou comprovado que os denunciados monitoravam as atividades policiais por meio de vazamento de informações sigilosas “e, para impedir qualquer prejuízo aos negócios ilícitos, buscam desestimular as atividades por meio de imputações sabidamente falsas quanto à conduta e o comportamento de policiais honestos”.
O juiz Emerson Marques Cubeiro dos Santos, ao receber a denúncia, acatou o pedido do Ministério Público e determinou a prisão de quatro dos acusados, além do cumprimento dos seis mandados de busca em endereços relacionados a eles.
Os mandados foram cumpridos por policiais civis, militares e penais que integram o Gaeco, juntamente com policiais do Grupo Especializado em Recobrimento (GER) da Polícia Militar.
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