Primas de Anita Harley falam sobre a frase 'Tia Helena odiava Suzuki' virar meme após documentário: 'A gente não combinou resposta'

  • 13/04/2026
(Foto: Reprodução)
Irmãs falam sobre terem virado meme com a frase 'Tia Helena odiava Suzuki' A frase “Tia Helena odiava Suzuki”, que virou meme após ser dita numa entrevista do documentário “O Testamento: o segredo de Anita Harley”, do Globoplay, não foi uma resposta combinada previamente (veja vídeo acima). Quem garante é as irmãs pernambucanas Juliana e Andrea Lundgren, que viralizaram nas redes sociais após participarem da produção sobre a disputa judicial pela fortuna de R$ 2 bilhões da herdeira das Casas Pernambucanas, em coma desde 2016. Juliana é enfermeira e Andrea trabalha como vendedora de planos de saúde. As duas são primas de segundo grau de Anita Harley, a quem chamam carinhosamente de “tia Anita”, e viviam longe dos holofotes até a repercussão do documentário. Elas chamaram a atenção do público ao reagirem de forma sincronizada durante uma entrevista na produção, falando a frase que viralizou na internet. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Sônia Soares, também chamada de Suzuki, é uma ex-funcionária que alega ter sido companheira de Anita por 36 anos, vivendo em sua mansão. O fato é contestado por Juliana e Andrea Lundgren na série documental, assim como por amigos e funcionários das Casas Pernambucanas. Sempre em sincronia, as irmãs contam que não combinaram qualquer comentário antes da entrevista. Segundo elas, as falas em conjunto e, por vezes, até atropeladas, refletem a dinâmica de união e bom humor em que convivem diariamente. “O pior, ou melhor, é que a gente não fez nada combinado. Quando a gente fez o documentário, a gente não combinou resposta”, comentou Andrea. “A gente é sempre assim. Eu penso: ‘rapaz, vou ligar para Andrea’. Quando eu vejo, na hora, meu telefone toca”, complementou Juliana. “A mesma coisa é ao contrário. [...] É uma conexão muito forte, somos muito ligadas”, disse Andrea. Segundo elas, a intenção nunca foi transformar o caso em entretenimento. “Na verdade, a gente sabe que é um assunto muito sério. Em momento nenhum, quisemos transformar aquele documentário numa comédia”, disse Andrea. Juliana reforçou o objetivo da participação: “Quando a gente foi chamada, a gente foi com uma missão: expor o que estava sendo velado, uma injustiça muito grande”. Andrea complementou: “É um caso muito sério e ela [Anita Harley] está lá em cima de uma cama sem falar nada, sem poder se defender”. Para as duas, a repercussão pode ajudar a trazer desdobramentos ao caso. “Tem o lado positivo porque as pessoas estão sabendo, o poder público está tomando conhecimento de tudo que está acontecendo”, afirmou Juliana. “A opinião pública é muito importante. A verdade não faz curva”, concluiu Andrea. Em entrevista à TV Globo, as irmãs contaram que se surpreenderam com a repercussão. “A gente ficou… eu fiquei extasiada. A gente ficou surpresa, a gente não imaginava que isso fosse acontecer. Jamais”, afirmaram, uma complementando a outra. Apesar da fama repentina, elas dizem manter a rotina, mas relatam situações inusitadas após a viralização. “Veja, a gente continua vivendo uma vida normal. As nossas vidas”, disse Andrea. “A gente é reconhecida na rua. Eu estou no supermercado na fila do caixa e só escuto assim ‘Tia Helena odiava Suzuki’”, contou Juliana. Juliana e Andrea Lundgren falam sobre participação no documentário 'O Testamento, o Segredo de Anita Harley' TV Globo/Reprodução O passado da família Lundgren O documentário também resgata o passado da família Lundgren, responsável por impulsionar o desenvolvimento do município do Paulista, no Grande Recife, a partir do início do século XX. De origem sueca, a família construiu um império industrial com fábricas de tecido que chegaram a empregar cerca de 20 mil trabalhadores e moldaram a dinâmica da cidade, marcada pelas vilas operárias. “Eles trouxeram sim um progresso, foram bem empreendedores. Trouxeram tecnologia, a vila operária, modos de vida diferentes para as pessoas que aqui moravam e também para as pessoas que eles trouxeram para morar aqui”, afirmou o historiador Marcondes Andrade. Ele também destacou a influência direta dos Lundgren na organização local. “Era 100%. Era político, religioso… mesmo eles sendo anglicanos. Mandavam em tudo, mas, com o passar do tempo, com a morte dos patriarcas, o poder foi se dividindo”, declarou Marcondes. Ainda segundo o historiador, o declínio do império no município começou na década de 1960, quando parte da fortuna foi utilizada para pagar dívidas trabalhistas, reduzindo a presença da família na região. Além disso, a ausência de um plano sucessório pulverizou o patrimônio da família em Pernambuco. "A maior parte da fortuna de Anita se encontra mais para a região Sul e Sudeste do país. A daqui do Nordeste partiu muito o patrimônio. Tudo que se divide muito se perde", disse Marcondes. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/bom-dia-pe/noticia/2026/04/13/primas-de-anita-harley-falam-sobre-a-frase-tia-helena-odiava-suzuki-virar-meme-apos-documentario-a-gente-nao-combinou-resposta.ghtml


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