UFPI anuncia processo seletivo para indígenas, quilombolas e quebradeiras de coco

  • 11/02/2026
(Foto: Reprodução)
Curso de Medicina: UFPI de Floriano vai ofertar 30 vagas em 2026 A Universidade Federal do Piauí, anunciou nesta quarta-feira (11), a realização de um novo processo seletivo com ofertas para indígenas, quilombolas e quebradeiras de coco babaçu nos cursos de graduação. A previsão é que as ofertas de vagas ocorram em agosto deste ano. Os participantes das comunidades poderão concorrer aos 110 cursos ofertados em Teresina, Floriano, Picos e Bom Jesus. De acordo com o Conselho Universitário (CONSUN), a decisão foi tomada após consultas com as comunidades. A resolução também prevê ações de permanência estudantil, como acesso às políticas institucionais de assistência. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp “"Durante o processo, foram realizadas escutas presenciais e reuniões com lideranças e organizações representativas, com o objetivo de alinhar a política às realidades socioculturais e territoriais das comunidades envolvidas”, informou a universidade. A resolução também instituiu o Colegiado Especial da Política de Inclusão Étnica (CEPIE), que contará com representantes das comunidades. O colegiado será responsável por definir os procedimentos operacionais do processo e apoiar a elaboração dos editais. "O ingresso ocorrerá por meio de processo seletivo específico, a ser regulamentado por edital próprio, após a consolidação dos procedimentos administrativos necessários à implementação da política", explicou a Universidade. Segundo a UFPI, as vagas destinadas às comunidades virão de vagas remanescentes dos processos seletivos regulares e de vagas adicionais criadas para esse público, sem reduzir as ofertas do Sisu e de outras modalidades. “Essa política representa um passo importante para ampliar oportunidades e garantir que a universidade pública reflita, de forma mais justa, a diversidade étnica e social do estado do Piauí. É uma medida de acesso, mas também de reconhecimento e responsabilidade institucional.”, afirmou Gardênia Pinheiro, da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG). Quebradeiras de coco babaçu produzem azeite vendido há gerações em Barras Jairo Silva/TV Clube *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

FONTE: https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2026/02/11/ufpi-indigenas-quilombolas-quebradeiras-de-coco.ghtml


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